segunda-feira, 2 de março de 2009

Vagantes da Vida

Prestem atenção!!!

Eu nunca pedi para me considerarem uma obra de arte,
Até mesmo porque nunca me considerei.
Eu jamais quis representar a modernidade,
Até mesmo porque jamais representei.

Então não me olhe deste jeito!!
E muito menos me culpe por ser tão ingênua.
Se não acredita, o que posso fazer?

Eu não sou nada mais do que uma “vagante” por ai.
Vago sem rumo, vago sem hora.
E se não gosta de vagar comigo,
Sinto muito, vagarei sozinha...

Se necessito de tua companhia?
Necessitar é demais para mim.
Quem sabe um dia sentirei tua falta
E matarei ela sem você saber.

Sim, é assim!
As regras não existem mais.
Os sonhos tiveram seu fim.

Seria cômodo demais, avisar-lhe que a culpa não é minha.
Insisto em lhe dizer que foi você ingênuo demais
Que não soube decifrar nenhuma palavra dita por mim.

E o que posso esperar de um não vagante?
Não posso esperar nada...
Porque um não vagante não guarda o conteúdo da vida.
Porque um não vagante não aprendeu os pequenos valores.
Porque um não vagante recita palavras que não esperamos escutar.

Meus versos estão presente na modernidade.
As minhas estrofes completam a minha obra de arte.

É essa a diferença!!

Mari 20/10/02

2 comentários:

Anônimo disse...

Pekena! Vc escreveu isso em 2002? parece q foi ontem... continue "vagando" q eu continuarei t achando uma artista...
Beijão Fettinha!!!

Zizinha disse...

Fettinha, pois é, há quase 7 anos atrás!!! Muito tempo né?
gracias querido!!
besos y más besos!