sexta-feira, 13 de abril de 2007

foto:Alexandre Schneider/UOL

Ingresso na mão... entramos, o show do Velvet Revolver já tava rolando e de longe pude ver a cartola de Slash com seu cigarro na boca básico. Muito bom, mas eu não imaginava o que o próximo show seria tão incrível, aquele de te deixar sem palavras por alguns instantes. Aerosmith entrou no palco às 22h50 com todas as energias possíveis e que presença de palco. E que som contagiante que não conseguia parar de dançar. Então de repente, tudo parou, quer dizer, só eu e minha mente. Olho ao redor... coisa de paulista. Pessoas de braços cruzados parados olhando o palco. Coisa de paulista que tem essa mania de analisar o som, o show... oh coisa chata... é só se soltar, deixar a alma livre e você vê que de repente você e a música já são uma coisa só, o teu jeito de dançar já é o reflexo do som que entra pelos ouvidos. Olho ao redor novamente e percebo que estou já em outro patamar, as pessoas que me cercam (amigos) estão todos há muito tempo no reflexo, cada um do seu jeito, uma pulando o mais alto possível, o outro como se tivesse sapateando, um no vai e vem com as costas e o sorriso aparece nos rostos. O show foi do caralho e agradeci muito por ter passado aquela noite lá, eu e as 62 mil pessoas certeza.

2 comentários:

Anônimo disse...

Eu acho que era esta que estava "...pulando o mais alto possível..." e era pra ver se conseguia alcançar o nível da banda, que foi muito, mas muito superior a minha expectativa. Esperava sim um show excelente, mas convenhamos, uma banda tão antiga me surpreendeu com sua atualidade... Som antigo sim, mas a base de todo este eletrônico que também curto. Mais do que moderno, conseguiram e conseguem superar vários DJ´s de música eletrônica ao som de seus instrumentos tocados com muita, mas muita destreza. Agradeci a Deus por estar ontem em SP e não em Jericoacoara, pela primeira vez...
alê

Monica disse...

Eu amei o show, amei as companhias agradáveis, adorei o velvet...
beijo.