quarta-feira, 29 de maio de 2013
Se
terça-feira, 3 de abril de 2012
56 personagens e 64 histórias distintas que se conectam
quinta-feira, 22 de março de 2012
b.o.l.h.a
terça-feira, 6 de março de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
que pasa?
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
G.r.i.p.a.d.a
E então em questão de segundos, recebi a resposta de toda minha angústia,
A solidão seria uma opção,
Para uma menina sonhadora,
Na qual se apaixona na mesma intensidade que se pega uma gripe,
Leva a imagem do novo cara,
Dorme pensando nele,
Acorda pensando nele,
Monta a história,
Talvez perfeita,
Ou não,
Jura eterno amor,
E depois,
Conhece outro,
O qual tem características diferentes do último,
E se entrega sem pensar,
E sem demonstrar,
Demonstrar pra quê?
Se quando vira realidade,
Tem alguma coisa que estraga?
Então, cultiva todos eles na horta da mente,
Sorri pra todos eles na vida real,
O coração bate forte a cada olhar,
E sem me decidir,
Me confundo com todos eles,
Porque cada um me encanta de um jeito,
Juntando todos,
Tenho o cara perfeito,
Que nunca existiu.
E existir pra quê?
Se na vida real tem validade?
E na minha mente e no meu coração não?
Se você soubesse, que por você eu deixaria todos eles,
E proibiria minha mente de continuar com a coleção,
Se você soubesse, eu ficaria só com você,
Até que você dissesse chega,
Porque se dependesse de mim, esse dia, meu bem, não existiria.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Cadê a placa?
domingo, 27 de novembro de 2011
J.a.n.e.l.a
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Passou na mente um segundo atrás
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Pela janela do carro, numa dessas noites bem frias, eu pensei:
domingo, 14 de agosto de 2011
Embora Parte I
Correu pelas escadas, passou pelo portão e desceu a rua, sozinha, embaixo de chuva. Não sabia que esse seria um caminho sem volta, e se soubesse, jamais teria descido. Não tinha mais volta. Seu cabelo molhado, seu tênis encharcado e sua mente cheia de pensamentos, ideias e revoluções.
Precisava andar muito mais,
precisava se molhar muito mais,
precisava sentar e chorar,
porque seu choro estava entalado,
porque seu choro doía.
Da rua, ela via o que já tinha deixado para trás.
Uma vida inteira, cheia de história, de momentos, de sentimentos.
Muitos amigos, pessoas queridas, tempos que ficariam apenas na memória.
Bastou.
A vida tinha lhe bastado.
Tudo fez sentido, tudo se encaixou perfeitamente, se acomodou, deitou no sofá, assistiu TV e gostou.
A vida passava pela janela e isso não incomodova.
A trilha sonora era a mesma e isso também não incomodava.
Aprendeu então, a apenas falar da vida dos outros, porque a sua já não era mais realidade, já tinha até perdido os sonhos, então se tornou a melhor crítica dos sonhos dos outros.
A vida por sinal, era a vida dos outros e assim acreditou que tinha chegado no topo do conhecimento. Esqueceu das novidades e acreditou.
Porque a vida é feita daquilo que você acredita.
No que você acredita?
Ela acreditou e desacreditou. Lembrou das novidades. Ficou sem ar. Abriu a janela, sentiu a vida passando pela janela e isso incomodou. E então, sem mais, tudo incomodou.
Levantou do sofá, abriu a porta e foi embora para nunca mais voltar.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Tristeza Parte II
terça-feira, 19 de julho de 2011
Insônia parte I
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Dúvidas parte II
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Dúvidas parte I
A última chamada.
A última ligação.
É pegar ou largar.
Depois de meses, a lágrima.
A rocha rachou.
É porque de flor virou pedra.
E ontem alguém avisou.
E entendi.
É pegar ou largar.
Se for, é para simplesmente purificar.
Se ficar, é para simplesmente virar novamente a rocha, bem mais dura.
Quem é você?
A falta do espelho.
Aquele que dizia coisas às 4 da manhã de uma balada qualquer.
Se foi buscar, porque achou que já tinha entendido tudo?
Porque achou que aquilo bastou?
Se você é uma constante mudança?